sábado, 7 de agosto de 2010

ENCONTRO DA REDE


Zé Vicente
Missionária Tatiana, Cibele e Cris

Missionário Ale, Cris, Cibele e a Missionária Eliza

Cris, nosso amigo Ronalllldooo e Cibele (rsrs)
Missionário Ale e os Prs. Marcio e Amauri (Presidentes e diretores da MEAP e PIONEIROS)


Galera toda que esteve no encontro (alguns foram embora antes)

Tia Ana e Zé Vicente...Pessoas de Deus!


“Que diremos, pois, diante dessas coisas?” Romanos 8:31
Nos dias 12 e 13 de junho de 2010, aconteceu em Bragança Paulista-SP mais uma reunião da REDE (Rede de Amigos que Amam Missões).
Tudo foi muito especial, pois, está reunião nos deu o privilégio de fazer novos amigos, trocar experiências, ouvir testemunhos edificantes do amor e fidelidade de Deus, sermos ministrados por gente de Deus, assistirmos vídeos e pequenas palestras que nos ensinaram mais sobre as tribos, línguas e nações. Aprendemos mais um pouquinho sobre o cuidado do missionário, o chamado ministério de Barnabé e intercedemos pelos missionários, pelas missões e pela igreja nos países onde existe a perseguição; aprendemos quem são esses irmãos que deixam tudo por Cristo, onde vivem e quais tipos de perseguições sofrem. Uau! Sem dizer que pudemos viver e sentir o poder da oração pela igreja perseguida. Aleluia!
Que diremos, pois, diante dessas coisas?
Diremos que nada nos separará do amor de
Cristo!!!E queremos agradecer ao nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador e Mestre que mais uma vez nos ensinar o caminho da cruz com o coração em chamas por missões, obrigado Mestre, sem você nada teria sentido, afinal você foi o primeiro missionário vindo do céu!
Ao doce e generoso Espírito Santo, presença poderosa! Indispensável! Durante a simples adoração nos tocou profundamente; o que dizer de ti, Consolador, tu és lindo! Obrigado.
Ao nosso amado Aba! Deus todo poderoso, aquele que plantou a eternidade e missões no coração do homem. O que dizer paizão, você nos amou primeiro e não merecíamos.
É tão bom saber que teus planos jamais se frustrarão. Obrigado.
Agradecemos também a toda equipe de Bragança Paulista, os “valentes” (rsrsrs), pela acolhida carinhosa, pelo local, pelos cafés da manhã deliciosos, pelos almoços festivos, pelos jantares com sobremesas de risos, e não podemos nos esquecer do MARAVILHOSO chocolate quente da tia Ana, você pode até procurar pelas nações, mas não encontrará nada igual, eu garanto (rsrs)!
Agradecemos com o coração cheio de boas palavras a todos que vieram de longe e a todos que vieram de perto, vocês são bênçãos! Que o Senhor continue a derramar muito mais sobre vocês, obrigado por tudo! Deus está nos ensinando a administrar a saudade , tarefa difícil, pois, cada palavra deste texto está cheia dela.


Então até Setembro.

Sempre Nele e por Ele!


“A MISSÃO SÓ ACABA QUANDO CRISTO VOLTAR”
Texto: Cristiane Senciani

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

DICA DE FILME: A Morada da Sexta Felicidade


"... tudo posso nAquele que me fortalece." Filipenses 4:13




Segundo a Wikipedia, Gladys Aylward nasceu em Londres, em 1902, e morreu em 1970. Ela era uma mulher inculta e pobre, mas tinha uma convicção: um forte chamado de Deus para serví-Lo na China.

Apesar de ser recusada pela Agência Missionária para o Interior da China, ela não desisitiu de cumprir o propósito de Deus em sua vida: economizou dinheiro e comprou uma passagem para Yuncheng, na província de Shanxi, um lugar extremamente pobre na China.

Evidentemente enfrentando muitas dificuldades, ela aprendeu a língua e conquistou o respeito dos habitantes do lugarejo no qual foi morar. Tanto foi, que ganhou o nome chinês de Ai-wei-de, que signifca 'a virtuosa'.

Quando em 1938 os japoneses invadiram a China por ocasião da II Grande Guerra, Gladys Aylward liderou 94 crianças numa travessia montanhosa para um lugar de segurança. Sua história é impressionante, e é retrata no livro 'Apenas uma pequena mulher', de Christine Hunter, e também no filme 'A morada da sexta felicidade'. O filme, por se tratar de uma produção hollywoodiana, romanceou a biografia dela. Há de se dar um desconto também em algumas frases humanistas que, com certeza, uma missionária movida por uma fé tão grande não falaria. Mas tirando esses pormenores, o filme mostra como Deus abençoou o ministério dessa mulher. Recomendo a todos assistirem e advirto: é difícil não se emocionar ao vislumbrar os milagres de Deus na vida dessa missionária!

Fonte: http://www.dicasdakaren.blogspot.com/

Cristianismo não vende ilusões



"Se você quiser uma religião que te faça feliz, eu não recomendo o cristianismo” (C. S. Lewis)

“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós” (Jesus Cristo, em Mateus 5.11)

O que eu mais amo no cristianismo é o seu senso de realidade. O cristianismo bíblico é coerente com a vida. Não se vende ilusões, fantasias e utopias. Não se vende felicidade dos contos de fadas. Ah, não existe “e todos viveram felizes para sempre” e muito menos a promessa de ausência do sofrimento físico, emocional e espiritual. Cristianismo não é autoajuda.

Quem vende ausência de sofrimento certamente ignora o cristianismo. Deus cura? Sim, Ele cura. Mas na maioria das vezes isso não acontece. Deus nos livra de acidentes? Sim, é claro. Mas nem sempre. Deus me ajuda nos momentos de dificuldade? É claro que sim, mas se Ele ajuda é certo que a dificuldade virá primeiro.


Fonte: http://ferazaoegraca.blogspot.com/

domingo, 4 de julho de 2010

Cenoura, ovo ou pó de café???


"Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela ja não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele. Encheu 3 panelas com água e colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última póde café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
Cerca de 20 min. depois, ele apagou as bocas de gás. Colocou em tigelas separadas, as cenouras, os ovos e o café...
Virando-se para ela perguntou: Querida, o que você esta vendo? Cenouras, ovos e café, ela respondeu. Ele a trouxa para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu que pegasse o ovo e quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole de café. Ela perguntou enfim: O que significa isso pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida a água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rígido.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água."
Nosso desejo é sermos como o café, termos não apenas vidas transformadas pelo PAI, mas fazermos parte da história da vida de pessoas para que as mesmas tenham a mesma oportunidade.
Que possamos ser fortalecidos no PAI, vivermos a cada dia olhando para Ele e Nele termos condições de sermos instrumentos em Suas mãos para sermos agentes de transformação.

terça-feira, 27 de abril de 2010

RECEBA ESTE SOCO NO MEIO DA CARA COM TODO AMOR!

"As pessoas mais significativas deste mundo em geral são as que menos teriam razões para justificar seus feitos, atitudes, realizações e conquistas. Muitas vezes são órfãos, seres rejeitados, abusados, limitados, doentes, em dor constante...; sem meios, não entendidos, designados para funções menores pela condição que tenham; seja física, mental, psicológica, social, econômica, racial, religiosa, política, étnica, etc.
Enquanto isto a maioria, com tudo em cima, se queixa de tudo; e não tendo do que resmungar na sua própria existência, xingam a vida em razão dos outros, dos que sofrem...
Há ainda os que falam palavrões contra a existência porque não tendo do que queixar-se, queixam-se de que a vida seja muito chata...
O fato que uma boa cura para esse monte de chorões sem causa, para essa miríade de deprimidos em busca de uma razão para a depressão, e dessa legião de murmuradores crônicos, ou até dos "Emo" que se reúnem para chorar... - é dar a eles umas férias no Vale do Jequitinhonha ou até em um campo de refugiados na África, quando, milagrosamente, ficariam curados de toda depressão e surtos de xingamentos existenciais na hora...
A maioria esta prostrada por pura frescura!
Só mesmo fazendo a vida ficar definitivamente ruim para ver se tais pessoas realizam o fato de que a ingratidão delas pára as suas vidas; e que faz com que assisti-las seja insuportável.
Dor, queda, tropeço, dificuldade, limitações, inferioridades, impotências, acidentes, calamidades, tristezas, perdas e tudo o mais, todo mundo tem.

O vídeo que mostro abaixo é um soco no meio do nariz aquilino dos raivosos contra a vida apenas porque têm tudo...
Não admitem que eles é que são umas drogas de gente sem vontade de viver e de servir.

No fim cumpre-se o velho adágio que dizia: Quem não vive para servir não serve para viver!

Veja e se enxergue!

Ah, pare de resmungar e faça algo de útil de sua existência!"

(Texto de Caio Fábio - http://www.caiofabio.net/)


terça-feira, 20 de abril de 2010

Eu não vou orar pelo missionário!!!

" Na ocasião que Tony Campolo, pregador e escritor cristão, participou de uma conferência anual organizada pela Associação das Mulheres Cristãs, durante a conferência, a presidente da Associação leu em alta voz a carta de um missionário que estava precisando urgentemente de quatro mil dólares. Depois de ler essa emocionante carta, a presidente disse: “Então, gostaria de pedir ao pregador de hoje, irmão Campolo, que orasse pedindo a Deus que supra a necessidade desse missionário. Irmão Campolo, poderá fazer uma oração?”.

Então, ele respondeu: “Não”, surpreendendo a presidente da Associação. E prosseguiu dizendo: “Eu não vou orar para que Deus preencha a necessidade do missionário. Mas vou colocar em cima da mesa todo o dinheiro que tenho no meu bolso e peço para que todos façam o mesmo. Se todo o dinheiro arrecadado não completar os quatro mil dólares, então eu irei orar”.

Em seguida, Tony Campolo esvaziou sua carteira. Com isso, as trezentas pessoas presentes também esvaziaram suas bolsas e carteiras. Resultado disso, o dinheiro arrecadado ultrapassou a quantia de quatro mil dólares. Vendo isso, Campolo disse: “Neste momento não precisamos pedir para que Deus supra nossas necessidades, pois o que precisamos já está aqui. Devemos orar para que possamos entregar essas coisas”.

Por (Soli Limberger - buscaioreino.blogspot.com)